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Ago 27

Criador ou criatura?

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Sabe aquela frase: “só sei que nada sei”? Muito propícia.

Costumamos nos encher de certezas, de posicionamentos, de pré-concepções. “Agimos” na certeza de que a história será repetida, criando, assim, padrões e ciclos infindáveis de autossabotagem. 

Afinal, acreditamos ser melhor saber como vai acabar, porque assim não criamos expectativas, não sofremos, sentimos uma estranha (e falsa) sensação de segurança porque não seremos surpreendidos.

O engraçado é que, no final, não é que estamos mesmo certos? Os homens não prestam,as mulheres exigem demais, os relacionamentos estão fadados ao insucesso, os políticos não são honestos, o dinheiro é sempre pouco (e o mês muito longo).

Percebem que são as nossas certezas (crenças limitantes) que não dão espaço para que o incrível se manifeste?

Bloqueamos completamente as bênçãos que estão disponíveis. 

Relegamos o papel de filhos do criador e vivemos como criaturas (constantemente reagindo em vez de agir). Tomamos como verdade absoluta o que já foi experienciado e não permitimos que o novo se faça.

Portanto, questione todas as suas verdades absolutas. Uma a uma e todas as vezes que elas se fizerem presentes.

Identifique cada ponto que te coloca em posição de crítica e julgamento – e veja o quanto essas atitudes segregam as pessoas.

Identifique cada ponto que te faz sentir superior ou inferior – e veja que você pode ter doutorado e falar perfeitamente os plurais, mas a sua vozinha cura um coração como ninguém e o seu irmão (que sofreu para terminar o segundo grau) sabe viver a vida e se relacionar como você jamais soube!

Identifique o que te faz sentir fraco, inseguro, indigno – afinal é interessante que estejamos sempre em débito, pois assim não subvertemos a ordem.

Principalmente, identifique onde reside a sua “ilusão do saber”.

Nada sabemos a respeito do pano de fundo da política, dos interesses e vontades que regem os poderes.

Nada sabemos a respeito das necessidades das outras pessoas e dos motivos que guiam as suas atitudes.

Nada sabemos a respeito das “verdades” que justificam as crenças de cada um.

Adquira o hábito de olhar para dentro, em vez de se distrair demasiadamente com o que acontece do lado de fora, com os porquês e opiniões das outras pessoas.

A nós só cabe a nossa própria caminhada, a nossa própria cura, a nossa colaboração para a CRIAÇÃO de um mundo novo – e isso não se faz com base em parâmetros pré-existentes, limitantes, condicionantes. 

Flua e deixe fluir. Abra mão da necessidade de controle.

Dê passagem à sabedoria divina.

Fonte: http://talitarebello.blogspot.com.br/

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